Minoru-san
09/01/2008, 10:09:03
Hola!
Não consigo ficar muito tempo longe do JoL, seus bostões!
=D
De volta da praia, tomei coragem e dou a cara à tapa, postando uma das minhas histórias favoritas, e muito comentada em um site de Fanfics que postei, com comentários de pessoas que gostaram, e também que não gostaram.
Pretendo continuá-la, e até agora são 2 capítulos.
Portanto, comentem com sinceridade e sem medo (como se isso fosse mudar o fato de que vocês "metem-o-pau" =x).
Sintam-se à vontade.
----------------------------------
Lucifer - Capítulo 1
Como tudo começou a terminar
Fim.
É o começo desta história.
Quando tudo parecia estar no mais belo dos patamares, de repente a farsa é descoberta.
--------------------------------
- NO INFERNO JAZERÁS, E NO CÉU NÃO MAIS PISARÁS! - gritou uma voz estrondosa, fazendo o céu inteiro tremer.
Neste momento, uma violenta chuva começou a cair. Para muitos dos humanos, isso era uma benção. Nesta época, enquanto a água era escassa na grande maioria das regiões do Planeta Terra, qualquer chuva despertava novamente a esperança de que tudo um dia podia melhorar. As pessoas saíam de suas casas com grandes baldes e tinas nas mãos e postavam no chão, para coletar o precioso líquido, enquanto se banhavam, felizes, festando.
Mas, essa chuva, de uma maneira sutil, era diferente. Enquanto os seres humanos se deliciavam, uma coisa inusitada caía juntamente com os grandes pingos. Era algo maior, bem maior, que despencava rapidamente, numa velocidade vertiginosa, e certamente quebraria ao chegar na superfície terrestre.
Solitariamente, a coisa voava em direção ao chão numa área deserta, sem vivalma para ver o que estava prestes a acontecer. No local onde se daria a queda, centenas de árvores brotavam do chão, tornando a vista de um verde exuberante, que no momento se refrescava e alimentava com a chuva abençoada.
Então, quando a coisa chegou a menos de 50 metros do chão, começou a perder velocidade rapidamente. Como se de repente uma corda se esticasse e começasse a pará-la, a coisa foi descendo suavemente ao chão, como se flutuasse, numa visão além-céu e muito sinistra.
Nesta noite em que chovia torrencialmente, todas as árvores assistiam ao espetáculo que acontecia no momento: algo estranho, sinistro, descia dos céus, como um aviso. Enquanto o estranho objeto ia se aproximando do chão, a noite parecia prender a respiração e desviar toda a sua atenção para aquilo, esquecendo momentaneamente de brilhar.
Então, a coisa tocou o chão.
Como se fosse uma bomba, um estrondo ensurdecedor se fez ouvir. O chão tremeu, as árvores balançaram perigosamente. Um grito assustador, aterrorizante, surgiu do nada e para o nada rumou, como se viesse das árvores, da noite, ou até mesmo da coisa. As plantas começaram de repente e inexplicavelmente a pegar fogo, com violentas labaredas, engolindo tudo o que conseguisse alcançar. A floresta parecia urrar de dor, a noite continuava a chorar, derramando milhares de gotas de lágrimas na cena aterrorizante.
Neste cenário bizarro, a coisa começou a se mexer, como se ganhasse vida a partir do nada.
Neste exato momento, o tempo parou. O fogo parou de sorver a vida da floresta, a noite parou de chorar, o grito cessou instantaneamente. A coisa continuava a se mexer, mas nada nem ninguém assistia a isso. A cena se dava num ambiente solitário e triste.
Um berro, desta vez perceptivelmente masculino, partiu da coisa. No momento em que o berro se fez, a cena voltou à vida.
Mas o berro, como se fosse algo sobrenatural, teve um efeito gigantesco. Uma onda de impacto percorreu o local, jogando tudo o que tinha ali, árvores, animais, até mesmo uma parte do chão, a quilômetros de distância. Havia agora nada no local, a não ser algo. A coisa.
Que neste momento, era um homem.
Um homem de feições belíssimas, como se fosse um Deus. Tinha a pele morena, um nariz delicado, uma boca fina e queixo levemente pontudo. Os cabelos eram negros, longos, e muito lisos. Era alto, com ombros largos e masculinos, e pernas grandes. Tinha braços levemente musculosos, fazendo qualquer um que olhasse (homem ou mulher) ficar embriagado em meio de tanta perfeição. Mas eram os olhos que chamavam a atenção. No meio de tanta beleza, haviam olhos negros, frios, fundos. Como se fossem grandes abismos, qualquer um que olhasse exatamente na direção dos dois olhos deste homem com certeza perderia sua sanidade. Eram de uma maldade inexplicável, de uma natureza assassina e sanguinária.
Este homem estava nu, como se tivesse nascido neste exato momento, e os olhos absorviam cada detalhe do mundo em que estava com incrível rapidez, como se compreendesse tudo a sua volta.
Na cabeça, tinha uma espécie de "arco" cravejado com uma pedra muito brilhante.
E então, novamente algo estranho aconteceu. A pedra do arco deste homem começou a brilhar, um brilho fantasmagórico, de um verde-azulado. Lentamente, ela começou a rachar, como se guardasse um gigantesco poder e estava prestes a liberá-lo. E então, a pedra explodiu. Milhões de fragmentos brilhantes voaram, mas ao invés de cair, começaram a subir para os céus, como se todas as estrelas da noite tivessem descido para a Terra, e voltassem lentamente à seu âmago de perfeição.
Com o impacto da explosão, o homem foi jogado para trás com toda a força, como se tivesse levado um tiro à queima-roupa na cabeça. O corpo caiu inerte no chão. O homem havia desmaiado.
Foi nesta noite inesquecível, neste cenário aterrorizante, que começou o fim da humanidade. Na grande cratera que havia no chão, havia um homem desmaiado. Um homem que atendia pelo nome de Lucifer.
Minoru
Não consigo ficar muito tempo longe do JoL, seus bostões!
=D
De volta da praia, tomei coragem e dou a cara à tapa, postando uma das minhas histórias favoritas, e muito comentada em um site de Fanfics que postei, com comentários de pessoas que gostaram, e também que não gostaram.
Pretendo continuá-la, e até agora são 2 capítulos.
Portanto, comentem com sinceridade e sem medo (como se isso fosse mudar o fato de que vocês "metem-o-pau" =x).
Sintam-se à vontade.
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Lucifer - Capítulo 1
Como tudo começou a terminar
Fim.
É o começo desta história.
Quando tudo parecia estar no mais belo dos patamares, de repente a farsa é descoberta.
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- NO INFERNO JAZERÁS, E NO CÉU NÃO MAIS PISARÁS! - gritou uma voz estrondosa, fazendo o céu inteiro tremer.
Neste momento, uma violenta chuva começou a cair. Para muitos dos humanos, isso era uma benção. Nesta época, enquanto a água era escassa na grande maioria das regiões do Planeta Terra, qualquer chuva despertava novamente a esperança de que tudo um dia podia melhorar. As pessoas saíam de suas casas com grandes baldes e tinas nas mãos e postavam no chão, para coletar o precioso líquido, enquanto se banhavam, felizes, festando.
Mas, essa chuva, de uma maneira sutil, era diferente. Enquanto os seres humanos se deliciavam, uma coisa inusitada caía juntamente com os grandes pingos. Era algo maior, bem maior, que despencava rapidamente, numa velocidade vertiginosa, e certamente quebraria ao chegar na superfície terrestre.
Solitariamente, a coisa voava em direção ao chão numa área deserta, sem vivalma para ver o que estava prestes a acontecer. No local onde se daria a queda, centenas de árvores brotavam do chão, tornando a vista de um verde exuberante, que no momento se refrescava e alimentava com a chuva abençoada.
Então, quando a coisa chegou a menos de 50 metros do chão, começou a perder velocidade rapidamente. Como se de repente uma corda se esticasse e começasse a pará-la, a coisa foi descendo suavemente ao chão, como se flutuasse, numa visão além-céu e muito sinistra.
Nesta noite em que chovia torrencialmente, todas as árvores assistiam ao espetáculo que acontecia no momento: algo estranho, sinistro, descia dos céus, como um aviso. Enquanto o estranho objeto ia se aproximando do chão, a noite parecia prender a respiração e desviar toda a sua atenção para aquilo, esquecendo momentaneamente de brilhar.
Então, a coisa tocou o chão.
Como se fosse uma bomba, um estrondo ensurdecedor se fez ouvir. O chão tremeu, as árvores balançaram perigosamente. Um grito assustador, aterrorizante, surgiu do nada e para o nada rumou, como se viesse das árvores, da noite, ou até mesmo da coisa. As plantas começaram de repente e inexplicavelmente a pegar fogo, com violentas labaredas, engolindo tudo o que conseguisse alcançar. A floresta parecia urrar de dor, a noite continuava a chorar, derramando milhares de gotas de lágrimas na cena aterrorizante.
Neste cenário bizarro, a coisa começou a se mexer, como se ganhasse vida a partir do nada.
Neste exato momento, o tempo parou. O fogo parou de sorver a vida da floresta, a noite parou de chorar, o grito cessou instantaneamente. A coisa continuava a se mexer, mas nada nem ninguém assistia a isso. A cena se dava num ambiente solitário e triste.
Um berro, desta vez perceptivelmente masculino, partiu da coisa. No momento em que o berro se fez, a cena voltou à vida.
Mas o berro, como se fosse algo sobrenatural, teve um efeito gigantesco. Uma onda de impacto percorreu o local, jogando tudo o que tinha ali, árvores, animais, até mesmo uma parte do chão, a quilômetros de distância. Havia agora nada no local, a não ser algo. A coisa.
Que neste momento, era um homem.
Um homem de feições belíssimas, como se fosse um Deus. Tinha a pele morena, um nariz delicado, uma boca fina e queixo levemente pontudo. Os cabelos eram negros, longos, e muito lisos. Era alto, com ombros largos e masculinos, e pernas grandes. Tinha braços levemente musculosos, fazendo qualquer um que olhasse (homem ou mulher) ficar embriagado em meio de tanta perfeição. Mas eram os olhos que chamavam a atenção. No meio de tanta beleza, haviam olhos negros, frios, fundos. Como se fossem grandes abismos, qualquer um que olhasse exatamente na direção dos dois olhos deste homem com certeza perderia sua sanidade. Eram de uma maldade inexplicável, de uma natureza assassina e sanguinária.
Este homem estava nu, como se tivesse nascido neste exato momento, e os olhos absorviam cada detalhe do mundo em que estava com incrível rapidez, como se compreendesse tudo a sua volta.
Na cabeça, tinha uma espécie de "arco" cravejado com uma pedra muito brilhante.
E então, novamente algo estranho aconteceu. A pedra do arco deste homem começou a brilhar, um brilho fantasmagórico, de um verde-azulado. Lentamente, ela começou a rachar, como se guardasse um gigantesco poder e estava prestes a liberá-lo. E então, a pedra explodiu. Milhões de fragmentos brilhantes voaram, mas ao invés de cair, começaram a subir para os céus, como se todas as estrelas da noite tivessem descido para a Terra, e voltassem lentamente à seu âmago de perfeição.
Com o impacto da explosão, o homem foi jogado para trás com toda a força, como se tivesse levado um tiro à queima-roupa na cabeça. O corpo caiu inerte no chão. O homem havia desmaiado.
Foi nesta noite inesquecível, neste cenário aterrorizante, que começou o fim da humanidade. Na grande cratera que havia no chão, havia um homem desmaiado. Um homem que atendia pelo nome de Lucifer.
Minoru