Dura Lex, Sed Lex
22/12/2007, 16:23:50
Não ligo se venha, ou não,
até porque considero com frequência,
a rapidez com que se passam e desaparecem os seres e os acontecimentos.
Nada permanece estático,
nada é igual ou imutável por muito tempo.
A substância, como um rio, está em perpétuo fluir,
as forças em perpétuas mudanças, as causas a modificarem-se de mil maneiras..
apenas há aí uma coisa estável;
e abri-nos aos pés o abismo infinito do passado e do futuro onde tudo se consome.
O presente não existe, você imagina que sm... com medo de enchergar o que já fez, ou ainda terá de fazer.
Limita-se assim, a pensar o que passou, passou, e o futuro ainda virá.
Como não há de ser louco o homem que,
neste meio, se incha ou se lamenta,
como se qualquer coisa o tivesse perturbado durante um tempo que se visse, um tempo considerável?
Considerável à que?
Cabe à você decidir,
o que vale à pena, o suor, o sacrificio.
Amigos você faz, você os cria em sua mente,
inimigos surgem com a velocidade de ervas daninhas.
Ao mesmo tempo que seus amigos,
não são teus amigos, ou quem você prestava toda sua confiança,
lhe apunhala pelas costas.
O véu de alegria se desfaz, e você passa a enchergar o mundo de outra maneira, a maneira em que a vida já nao tem o mísero valor.
E tem?
Não digo para seguir meus conselhos,
muito menos meus exemplos.
Vivo e deixo viver.
Me entrego de corpo e alma, ao trabalho, à vida,
à musica, às artes, aos verdadeiros amigos, em suma o que me faz bem.
Não sou capaz de dizer que me fazem feliz.
Pois a felicidade está dentro de nós mesmo,
nada melhor do que sentir a felicidade,
olhando para o céu, o sol, a lua..com meus fiéis companheiros, um bom gole de vinho, e uma tragada.
O corpo reclama desse ritaul, mas o espirito está em nirvana, em extase, em frenesi.
pela felicidade que coisas tão simples me trazem, coisas que não consigo buscar em mais ninguem.
juras de eterna amizade, amigos irmãos, amor quem sabe, se dissolvem à partir do momento em que o orgulho, a mesquinhes, e a ganância falam mais alto...
felicidade, só existe no coração dos tolos,
ou em detalhes bobos do cotidiano.
Sim sou uma criança, uma criança com um pouco maius que uma década de vida, que aprendeu cedo o siginificado do que é ter e não ter,
a alegria em ficar entre quatro paredes, acompanhado apenas pelo seus rabiscos, rascunhos e devaneioss.
Devaneios, não levam ninguem à nada,
sonhos são formas encontradas pelos tolos o bastante, em acreditar em projeções de sua mente...
Sou o verdadeiro sócio do ócio.
Volto todos os dias ao mesmo santuário, santuário formado por 4 paredes que me abraçam,
ali já se encontram meus companheiros, sirvo-me de paciência,
um contato entre pedras, produz o calor necessário para me acender.
Mais uma noite se inicia, e não estou sozinho, noite à dentro,
seguirei, eu, o vinho, o cigarro,
e a aranha que me olha sorrateiramente do topo da parede.
Tá, eu escrevi esse depois de ver o vídeo lá do filtro solar, mas vale, né? :rolleyes:
até porque considero com frequência,
a rapidez com que se passam e desaparecem os seres e os acontecimentos.
Nada permanece estático,
nada é igual ou imutável por muito tempo.
A substância, como um rio, está em perpétuo fluir,
as forças em perpétuas mudanças, as causas a modificarem-se de mil maneiras..
apenas há aí uma coisa estável;
e abri-nos aos pés o abismo infinito do passado e do futuro onde tudo se consome.
O presente não existe, você imagina que sm... com medo de enchergar o que já fez, ou ainda terá de fazer.
Limita-se assim, a pensar o que passou, passou, e o futuro ainda virá.
Como não há de ser louco o homem que,
neste meio, se incha ou se lamenta,
como se qualquer coisa o tivesse perturbado durante um tempo que se visse, um tempo considerável?
Considerável à que?
Cabe à você decidir,
o que vale à pena, o suor, o sacrificio.
Amigos você faz, você os cria em sua mente,
inimigos surgem com a velocidade de ervas daninhas.
Ao mesmo tempo que seus amigos,
não são teus amigos, ou quem você prestava toda sua confiança,
lhe apunhala pelas costas.
O véu de alegria se desfaz, e você passa a enchergar o mundo de outra maneira, a maneira em que a vida já nao tem o mísero valor.
E tem?
Não digo para seguir meus conselhos,
muito menos meus exemplos.
Vivo e deixo viver.
Me entrego de corpo e alma, ao trabalho, à vida,
à musica, às artes, aos verdadeiros amigos, em suma o que me faz bem.
Não sou capaz de dizer que me fazem feliz.
Pois a felicidade está dentro de nós mesmo,
nada melhor do que sentir a felicidade,
olhando para o céu, o sol, a lua..com meus fiéis companheiros, um bom gole de vinho, e uma tragada.
O corpo reclama desse ritaul, mas o espirito está em nirvana, em extase, em frenesi.
pela felicidade que coisas tão simples me trazem, coisas que não consigo buscar em mais ninguem.
juras de eterna amizade, amigos irmãos, amor quem sabe, se dissolvem à partir do momento em que o orgulho, a mesquinhes, e a ganância falam mais alto...
felicidade, só existe no coração dos tolos,
ou em detalhes bobos do cotidiano.
Sim sou uma criança, uma criança com um pouco maius que uma década de vida, que aprendeu cedo o siginificado do que é ter e não ter,
a alegria em ficar entre quatro paredes, acompanhado apenas pelo seus rabiscos, rascunhos e devaneioss.
Devaneios, não levam ninguem à nada,
sonhos são formas encontradas pelos tolos o bastante, em acreditar em projeções de sua mente...
Sou o verdadeiro sócio do ócio.
Volto todos os dias ao mesmo santuário, santuário formado por 4 paredes que me abraçam,
ali já se encontram meus companheiros, sirvo-me de paciência,
um contato entre pedras, produz o calor necessário para me acender.
Mais uma noite se inicia, e não estou sozinho, noite à dentro,
seguirei, eu, o vinho, o cigarro,
e a aranha que me olha sorrateiramente do topo da parede.
Tá, eu escrevi esse depois de ver o vídeo lá do filtro solar, mas vale, né? :rolleyes: