Minoru-san
18/12/2007, 20:04:56
Essa história foi uma viagem que eu fiz para um campo que eu ainda não conhecia: histórias mais violentas.
Eu tentei detalhar bastante a briga, os movimentos, e tal.
Penso que me saí bem... mas aí está.
Não se assustem.
xD
Lua Sangrenta - escrita por Minoru
Capítulo Único - Vida e Morte
Um estampido se fez ouvir na calada da noite. Num átimo, um zumbido de algo voando em altíssima velocidade de repente sumiu.
- FILHO DA PUTA! - Berrou, com o ombro sangrando pelo tiro que acabara de receber.
"Ah, se não houvessem tantos, juro que acabava com esse bastardo!", pensou, desesperado. Sabia que iria morrer, tinha certeza. Era a pior situação em que se encontrara até agora, e não foram poucas. Em todas as outras tinha se saído bem... machucado, com certeza, mas sempre vitorioso. Enquanto contava na faculdade sobre quantos ele aleijara na noite anterior, sua fama ia aumentando à medida que o ódio gerado pelas gangues opostas ia inflando. Mas ele nem se importava. Sabia que sempre teria os seus comparsas para lhe apoiar todas as noites, para quebrar a cara dos malditos que ousavam invadir o território conquistado... eles conheceram o inferno de perto.
Mas todos os seus amigos estavam mortos a seus pés, e ele estava sozinho.
- FILHO DA PUTA! - repetiu, enquanto perdia sangue rapidamente.
Podia ver os viadinhos rindo cruelmente à distância. Dois deles apontavam armas diretamente para o único ser postado longe de todos, num cenário vermelho-sangue infestado de espírito de morte. Era o próprio Diabo encarnado em um universitário, com os olhos tão sedentos de mal-fazeres que chegavam a assustar os desavisados.
Mas ele não deixaria a situação assim. Não... eles não imaginavam que era tão bom em luta corpo-a-corpo que faria todos aqueles vagabundos sentirem a força da sua mão... foderia com a vida de todos eles no final.
O ombro encontrava-se em estado deplorável, mas o resto do corpo trabalhava em perfeita harmonia, como fora tão bem treinado com todas as brigas em que se metera desde de que entrara na referida gangue. Aprendera a se mover com rapidez incrível, e a concentrar toda a sua força num soco que quebrava ossos, temido no bairro inteiro. E ele aplicaria este soco em cada um daqueles que riam da sua situação naquele momento...
------------------------------
O movimento fora tão repentino que os dois armados não tiveram um reflexo rápido o suficiente. Num segundo, o condenado havia sumido do lugar onde estivera sangrando há pouco tempo, escondendo-se no meio dos entulhos da construção.
Ouviram um barulho à direita. Vários tiros foram disparados, e inúmeros objetos de metal barulhentos foram ao chão, causando um som de arrepiar todos os pêlos do corpo. Enquanto todos prestavam atenção ao lugar de onde o barulho viera, atentos a algum movimento estranho, um corpo surgiu das sombras, por trás de um dos malfeitores da ponta da gangue.
------------------------------
Sua mão voara rapidamente para a boca do "filho-da-puta", não deixando ele gritar, e o arrastou silenciosamente para as sombras de novo. Ninguém vira, ninguém notara.
------------------------------
Depois de arrastado durante um tempo para longe da gangue, o homem capturado foi amordaçado dolorosamente e jogado sem dó num campo vazio e iluminado pela luz do luar. Estava sozinho, não podia ver nada que estava nas sombras, mas sabia que seu captor estava ali, à espreita, à espera de qualquer movimento bruto, apto para matar.
Enquanto estava ali, deitado no chão, desolado, uma figura enorme entrou em seu campo de visão. Era um homem gigantesco, com uma feição bruta e cabelos emaranhados, os olhos negros loucamente esbugalhados, como um velho que vê a morte chegar e dança junto à ela em seus últimos momentos de vida. Ele estava totalmente nu, com nenhuma peça a tapar nenhuma parte de seu corpo. Estava iluminado suavemente, parecendo o corpo de um Deus grego que descera à Terra para condenar toda a humanidade ao sofrimento eterno.
- Olha pra mim, viadinho do cacete, porque vai ser a última coisa que tu vai poder ver nessa vida. - Foi o que ouviu sair da boca do homem que se aproximava perigosamente...
---------------------------------
Um grito horrendo foi ouvido na noite.
Todos se assustaram, e ao finalmente notarem uns aos outros, perceberam que um dos integrantes estava faltando. O medo se espalhou indubitavelmente por todos eles, como uma conexão macabra que une todos ao mesmo tempo, fazendo seus instintos subirem às alturas por sobrevivência nata. Os ouvidos se aguçaram, os olhos foram abertos ao limite, os pés sentiram o duro chão...
Um movimento repentino acima deles fez com que perdessem o foco e olhassem pra cima, ingênuos. Um corpo voava em sua direção, como que caindo do céu, e eles começaram a atirar nele, mais com medo do que com razão. Houve um baque surdo quando o cadáver bateu no chão, e eles notaram que era o seu colega de gangue, com o rosto totalmente deformado por algo que parecia ter esmagado seu rosto.
Neste meio tempo em que observavam e se enchiam de fúria, o homem nu entrou na luz novamente e agarrou um deles por trás, como que fazendo um escudo. Ao ouvirem o barulho, os dois armados disparam vários tiros na direção daquele homem, sem notar que atingiam um inocente, sem dó, com pérfuros por todo o seu corpo. Antes que pudessem pensar em mais alguma coisa, o gigante jogou o "escudo humano" na direção deles, derrubando-os.
----------------------------
Enquanto via o corpo baleado voar na direção dos dois idiotas, tomava novo impulso na direção dos desarmados. Seus avantajados músculos fizeram um esforço fenomenal e rumaram na direção do primeiro que seus olhos puderam ver. Levantou a mão para aplicar um soco em seu rosto quando percebeu que um outro de repente reagia. Um pé apareceu no ar, direcionando um chute diretamente no ombro estraçalhado do homem nu.
No meio do ar, enquanto voava na direção do escolhido para matar, o executor girou no próprio eixo, evitando assim o chute. Mas isso não impediu que a força de seu impulso inicial continuasse a agir. Num impacto de tirar o fôlego, os dois homens se chocaram e foram jogados ao chão. O solitário se ergueu mais rápido, e antes de pensar em nada, ergueu a mão fechada e aplicou um soco no rosto do homem que ainda estava no chão. Alguns dentes voaram, o sangue espirrou e o maxilar foi deslocado do lugar... mas não havia tempo para ver mais nada. Três outros integrantes vinham correndo em sua direção, num desespero amedrontado digno de pena.
O primeiro levou uma rasteira bem aplicada assim que chegou perto demais. Enquanto voava para o chão, o homem nu se erguia rapidamente rumando para um dos outros. Num movimento rápido, agarrou com ambas as mãos a cabeça do outro, girando-a tão forte que um estampido se fez ouvir. O morto agora caia molemente no chão, e o terceiro parou derrapando, aterrorizado. Tentou fazer um esforço para retornar de onde tinha vindo, mas o solitário já estava voando para aplicar uma voadeira diretamente em seu peito. Ele voou, e o pé do demônio caiu direto em sua garganta, matando-o instantaneamente.
Faltavam três agora. Um deles estava no canto, amedrontado, choramingando. Os outros dois estavam prontos para lutar, mas sem reação nenhuma. Eles estavam lentamente se afastando, prontos para fugir em disparada. Quando foram se virar para correr, dois estampidos altos ouviram. Os dois caíram mortos no chão, ambos com um tiro na cabeça.
Como fora fácil... um dos armados ficou tão aterrorizado que esquecera que tinha uma arma em mãos. Depois que quebrou o pescoço dele, tinha notado que uma arma caia de suas mãos. Pegara ela rapidamente, aplicara uma voadeira no próximo, e matara os dois que saíram correndo.
Estava agora sem balas, ele sabia. Enquanto rumava para a figura enojante que se encolhia no canto, jogou a pistola para o lado. Não serviria para mais nada.
Aproximou-se do último. Ele estava com o rosto lavado de lágrimas.
- F-f-faço tu... tudo o que você quiser! - Gaguejou.
Como que num ato desesperado para agradar seu assassino, ele levou ambas as mãos para o membro do homem nu e começou a acariciá-lo. Olhou esperançoso para o rosto do gigante, e nada mais viu além de nojo expresso.
- FICA DE QUATRO ENTÃO, VIADO! - A voz estrondosa rugiu para a noite.
- Obrigado... Obrigado... - balbuciava loucamente enquanto colocava as duas mãos no chão e erguia os joelhos, para ficar de quatro de costas para o homem nu.
De repente sentiu uma dor lancinante na barriga, e percebeu que não havia compaixão em seu ato: ele levara um fortíssimo pontapé na barriga. Sem poder respirar, olhou uma última vez para o homem ali, antes de levar um soco estilhaçante e tudo ficar escuro.
- Achou mesmo que eu ia te comer, viado? - Falou, ofegando.
Perdera muito sangue. Despencou no chão, já sem forças...
-----------------------
Estava a algum tempo no chão, olhando para a Lua, que aos poucos foi se tornando vermelha... Era chegada a hora.
- Sua filha da puta cruel... - Falava enquanto sorria debilmente.
Ele ouviu uma voz sinistra a lhe chamar suavemente e lentamente começou a perder os sentidos...
Eu tentei detalhar bastante a briga, os movimentos, e tal.
Penso que me saí bem... mas aí está.
Não se assustem.
xD
Lua Sangrenta - escrita por Minoru
Capítulo Único - Vida e Morte
Um estampido se fez ouvir na calada da noite. Num átimo, um zumbido de algo voando em altíssima velocidade de repente sumiu.
- FILHO DA PUTA! - Berrou, com o ombro sangrando pelo tiro que acabara de receber.
"Ah, se não houvessem tantos, juro que acabava com esse bastardo!", pensou, desesperado. Sabia que iria morrer, tinha certeza. Era a pior situação em que se encontrara até agora, e não foram poucas. Em todas as outras tinha se saído bem... machucado, com certeza, mas sempre vitorioso. Enquanto contava na faculdade sobre quantos ele aleijara na noite anterior, sua fama ia aumentando à medida que o ódio gerado pelas gangues opostas ia inflando. Mas ele nem se importava. Sabia que sempre teria os seus comparsas para lhe apoiar todas as noites, para quebrar a cara dos malditos que ousavam invadir o território conquistado... eles conheceram o inferno de perto.
Mas todos os seus amigos estavam mortos a seus pés, e ele estava sozinho.
- FILHO DA PUTA! - repetiu, enquanto perdia sangue rapidamente.
Podia ver os viadinhos rindo cruelmente à distância. Dois deles apontavam armas diretamente para o único ser postado longe de todos, num cenário vermelho-sangue infestado de espírito de morte. Era o próprio Diabo encarnado em um universitário, com os olhos tão sedentos de mal-fazeres que chegavam a assustar os desavisados.
Mas ele não deixaria a situação assim. Não... eles não imaginavam que era tão bom em luta corpo-a-corpo que faria todos aqueles vagabundos sentirem a força da sua mão... foderia com a vida de todos eles no final.
O ombro encontrava-se em estado deplorável, mas o resto do corpo trabalhava em perfeita harmonia, como fora tão bem treinado com todas as brigas em que se metera desde de que entrara na referida gangue. Aprendera a se mover com rapidez incrível, e a concentrar toda a sua força num soco que quebrava ossos, temido no bairro inteiro. E ele aplicaria este soco em cada um daqueles que riam da sua situação naquele momento...
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O movimento fora tão repentino que os dois armados não tiveram um reflexo rápido o suficiente. Num segundo, o condenado havia sumido do lugar onde estivera sangrando há pouco tempo, escondendo-se no meio dos entulhos da construção.
Ouviram um barulho à direita. Vários tiros foram disparados, e inúmeros objetos de metal barulhentos foram ao chão, causando um som de arrepiar todos os pêlos do corpo. Enquanto todos prestavam atenção ao lugar de onde o barulho viera, atentos a algum movimento estranho, um corpo surgiu das sombras, por trás de um dos malfeitores da ponta da gangue.
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Sua mão voara rapidamente para a boca do "filho-da-puta", não deixando ele gritar, e o arrastou silenciosamente para as sombras de novo. Ninguém vira, ninguém notara.
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Depois de arrastado durante um tempo para longe da gangue, o homem capturado foi amordaçado dolorosamente e jogado sem dó num campo vazio e iluminado pela luz do luar. Estava sozinho, não podia ver nada que estava nas sombras, mas sabia que seu captor estava ali, à espreita, à espera de qualquer movimento bruto, apto para matar.
Enquanto estava ali, deitado no chão, desolado, uma figura enorme entrou em seu campo de visão. Era um homem gigantesco, com uma feição bruta e cabelos emaranhados, os olhos negros loucamente esbugalhados, como um velho que vê a morte chegar e dança junto à ela em seus últimos momentos de vida. Ele estava totalmente nu, com nenhuma peça a tapar nenhuma parte de seu corpo. Estava iluminado suavemente, parecendo o corpo de um Deus grego que descera à Terra para condenar toda a humanidade ao sofrimento eterno.
- Olha pra mim, viadinho do cacete, porque vai ser a última coisa que tu vai poder ver nessa vida. - Foi o que ouviu sair da boca do homem que se aproximava perigosamente...
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Um grito horrendo foi ouvido na noite.
Todos se assustaram, e ao finalmente notarem uns aos outros, perceberam que um dos integrantes estava faltando. O medo se espalhou indubitavelmente por todos eles, como uma conexão macabra que une todos ao mesmo tempo, fazendo seus instintos subirem às alturas por sobrevivência nata. Os ouvidos se aguçaram, os olhos foram abertos ao limite, os pés sentiram o duro chão...
Um movimento repentino acima deles fez com que perdessem o foco e olhassem pra cima, ingênuos. Um corpo voava em sua direção, como que caindo do céu, e eles começaram a atirar nele, mais com medo do que com razão. Houve um baque surdo quando o cadáver bateu no chão, e eles notaram que era o seu colega de gangue, com o rosto totalmente deformado por algo que parecia ter esmagado seu rosto.
Neste meio tempo em que observavam e se enchiam de fúria, o homem nu entrou na luz novamente e agarrou um deles por trás, como que fazendo um escudo. Ao ouvirem o barulho, os dois armados disparam vários tiros na direção daquele homem, sem notar que atingiam um inocente, sem dó, com pérfuros por todo o seu corpo. Antes que pudessem pensar em mais alguma coisa, o gigante jogou o "escudo humano" na direção deles, derrubando-os.
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Enquanto via o corpo baleado voar na direção dos dois idiotas, tomava novo impulso na direção dos desarmados. Seus avantajados músculos fizeram um esforço fenomenal e rumaram na direção do primeiro que seus olhos puderam ver. Levantou a mão para aplicar um soco em seu rosto quando percebeu que um outro de repente reagia. Um pé apareceu no ar, direcionando um chute diretamente no ombro estraçalhado do homem nu.
No meio do ar, enquanto voava na direção do escolhido para matar, o executor girou no próprio eixo, evitando assim o chute. Mas isso não impediu que a força de seu impulso inicial continuasse a agir. Num impacto de tirar o fôlego, os dois homens se chocaram e foram jogados ao chão. O solitário se ergueu mais rápido, e antes de pensar em nada, ergueu a mão fechada e aplicou um soco no rosto do homem que ainda estava no chão. Alguns dentes voaram, o sangue espirrou e o maxilar foi deslocado do lugar... mas não havia tempo para ver mais nada. Três outros integrantes vinham correndo em sua direção, num desespero amedrontado digno de pena.
O primeiro levou uma rasteira bem aplicada assim que chegou perto demais. Enquanto voava para o chão, o homem nu se erguia rapidamente rumando para um dos outros. Num movimento rápido, agarrou com ambas as mãos a cabeça do outro, girando-a tão forte que um estampido se fez ouvir. O morto agora caia molemente no chão, e o terceiro parou derrapando, aterrorizado. Tentou fazer um esforço para retornar de onde tinha vindo, mas o solitário já estava voando para aplicar uma voadeira diretamente em seu peito. Ele voou, e o pé do demônio caiu direto em sua garganta, matando-o instantaneamente.
Faltavam três agora. Um deles estava no canto, amedrontado, choramingando. Os outros dois estavam prontos para lutar, mas sem reação nenhuma. Eles estavam lentamente se afastando, prontos para fugir em disparada. Quando foram se virar para correr, dois estampidos altos ouviram. Os dois caíram mortos no chão, ambos com um tiro na cabeça.
Como fora fácil... um dos armados ficou tão aterrorizado que esquecera que tinha uma arma em mãos. Depois que quebrou o pescoço dele, tinha notado que uma arma caia de suas mãos. Pegara ela rapidamente, aplicara uma voadeira no próximo, e matara os dois que saíram correndo.
Estava agora sem balas, ele sabia. Enquanto rumava para a figura enojante que se encolhia no canto, jogou a pistola para o lado. Não serviria para mais nada.
Aproximou-se do último. Ele estava com o rosto lavado de lágrimas.
- F-f-faço tu... tudo o que você quiser! - Gaguejou.
Como que num ato desesperado para agradar seu assassino, ele levou ambas as mãos para o membro do homem nu e começou a acariciá-lo. Olhou esperançoso para o rosto do gigante, e nada mais viu além de nojo expresso.
- FICA DE QUATRO ENTÃO, VIADO! - A voz estrondosa rugiu para a noite.
- Obrigado... Obrigado... - balbuciava loucamente enquanto colocava as duas mãos no chão e erguia os joelhos, para ficar de quatro de costas para o homem nu.
De repente sentiu uma dor lancinante na barriga, e percebeu que não havia compaixão em seu ato: ele levara um fortíssimo pontapé na barriga. Sem poder respirar, olhou uma última vez para o homem ali, antes de levar um soco estilhaçante e tudo ficar escuro.
- Achou mesmo que eu ia te comer, viado? - Falou, ofegando.
Perdera muito sangue. Despencou no chão, já sem forças...
-----------------------
Estava a algum tempo no chão, olhando para a Lua, que aos poucos foi se tornando vermelha... Era chegada a hora.
- Sua filha da puta cruel... - Falava enquanto sorria debilmente.
Ele ouviu uma voz sinistra a lhe chamar suavemente e lentamente começou a perder os sentidos...