marshall
17/12/2007, 15:25:49
Six Feet Under, conhecida no Brasil como A Sete Palmos, e em Portugal como Sete Palmos de Terra, foi uma série aclamada pela crítica, produzida pelo canal de TV HBO. Seu primeiro episódio foi ao ar nos Estados Unidos em 3 de junho de 2001 e, após 5 temporadas, encerrou-se em 21 de agosto de 2005.
Na série, criada por Alan Ball, Peter Krause é Nathaniel ("Nate") Fisher Jr., filho do dono de uma funerária que relutantemente torna-se sócio no negócio da família com seu irmão David, estrelado por Michael C. Hall. O clã Fischer também inclui a mãe Ruth (Frances Conroy) e a irmã Claire (Lauren Ambrose). Incluem-se em torno da família o assistente de funerária, o amigo Federico Diaz (Freddy Rodriguez), a namorada e eventual esposa de Nate chamada Brenda Chenowith (Rachel Griffiths), e o namorado (e eventual marido) de David, o policial Keith Charles (Mathew St. Patrick).
Toda a trama se densenvole em torno do mundo da Fisher & Sons Funeral Home, uma fictícia empresa funeral nos dias atuais em Los Angeles, Califórnia.
A série mostra um drama convencional de família, lidando com assuntos como infidelidade, homossexualidade e religião. Ao mesmo tempo, é uma distinta série que aborda com outro prisma o tópico da morte, explorando seus múltiplos níveis (pessoal, religioso e filosófico), não tratando-a apenas como um mero ímpeto conveniente para a solução de um assassinato. Cada episódio inicia-se com uma morte - e, naturalmente, de um "cliente" da funerária. Esta morte geralmente dá o tom de cada episódio, permitindo aos personagens refletir sobre suas vidas e infortúnios, de forma iluminados pela morte e suas conseqüências. Na quinta temporada, o episódio All Alone foi o primeiro a ser aberto sem contar a história de uma morte, mas focando sobre uma morte revelada no final do episódio anterior. Outro episódio que não mostrou deliberadamente uma morte em seu início foi o último (Everyone's Waiting), que ao invés disso, inicia-se com um nascimento e termina com as cenas das futuras mortes de todos os personagem principais.
Uma cena que acontece recorrentemente nos episódios consiste num dos personagens tendo uma conversa imaginária com a pessoa que morreu no início do episódio. Às vezes, a conversa é com outros personagens mortos, com ênfase em Nathaniel Fisher Sr. (o pai dos Fisher) e, mais recentemente, com a última esposa de Nate, Lisa. Eles representam o diálogo interno do personagem vivo expondo como uma conversa externa. Nas últimas temporadas, outro recurso é também usado, com uma conversa real entre dois personagens vivos de forma imaginária que se torna irrealística. O trecho do episódio não pode ser claramente do fluxo normal da cena até que um corte abrupto nos leva um pouco atrás no tempo e revela a natureza imaginária do momento corrente.
Em novembro de 2004, o criador da série e produtor executivo Alan Ball anuncia que a quinta temporada pode ser a última. Os produtores e roteiristas sentiram que depois de 63 episódios conseguiram dar seu recado.
A série beira a perfeição, o texto é primoroso. É considerado o melhor programa de TV já feito.
Abertura da série:
KYAe0qwg9Yw
Na série, criada por Alan Ball, Peter Krause é Nathaniel ("Nate") Fisher Jr., filho do dono de uma funerária que relutantemente torna-se sócio no negócio da família com seu irmão David, estrelado por Michael C. Hall. O clã Fischer também inclui a mãe Ruth (Frances Conroy) e a irmã Claire (Lauren Ambrose). Incluem-se em torno da família o assistente de funerária, o amigo Federico Diaz (Freddy Rodriguez), a namorada e eventual esposa de Nate chamada Brenda Chenowith (Rachel Griffiths), e o namorado (e eventual marido) de David, o policial Keith Charles (Mathew St. Patrick).
Toda a trama se densenvole em torno do mundo da Fisher & Sons Funeral Home, uma fictícia empresa funeral nos dias atuais em Los Angeles, Califórnia.
A série mostra um drama convencional de família, lidando com assuntos como infidelidade, homossexualidade e religião. Ao mesmo tempo, é uma distinta série que aborda com outro prisma o tópico da morte, explorando seus múltiplos níveis (pessoal, religioso e filosófico), não tratando-a apenas como um mero ímpeto conveniente para a solução de um assassinato. Cada episódio inicia-se com uma morte - e, naturalmente, de um "cliente" da funerária. Esta morte geralmente dá o tom de cada episódio, permitindo aos personagens refletir sobre suas vidas e infortúnios, de forma iluminados pela morte e suas conseqüências. Na quinta temporada, o episódio All Alone foi o primeiro a ser aberto sem contar a história de uma morte, mas focando sobre uma morte revelada no final do episódio anterior. Outro episódio que não mostrou deliberadamente uma morte em seu início foi o último (Everyone's Waiting), que ao invés disso, inicia-se com um nascimento e termina com as cenas das futuras mortes de todos os personagem principais.
Uma cena que acontece recorrentemente nos episódios consiste num dos personagens tendo uma conversa imaginária com a pessoa que morreu no início do episódio. Às vezes, a conversa é com outros personagens mortos, com ênfase em Nathaniel Fisher Sr. (o pai dos Fisher) e, mais recentemente, com a última esposa de Nate, Lisa. Eles representam o diálogo interno do personagem vivo expondo como uma conversa externa. Nas últimas temporadas, outro recurso é também usado, com uma conversa real entre dois personagens vivos de forma imaginária que se torna irrealística. O trecho do episódio não pode ser claramente do fluxo normal da cena até que um corte abrupto nos leva um pouco atrás no tempo e revela a natureza imaginária do momento corrente.
Em novembro de 2004, o criador da série e produtor executivo Alan Ball anuncia que a quinta temporada pode ser a última. Os produtores e roteiristas sentiram que depois de 63 episódios conseguiram dar seu recado.
A série beira a perfeição, o texto é primoroso. É considerado o melhor programa de TV já feito.
Abertura da série:
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