Dura Lex, Sed Lex
23/11/2006, 16:49:40
Legalzinhoinho. Mais nada. =]
por Guto
Olha, eu nem esperava muita coisa de O Pacto, não. De acordo com o que o trailer tinha mostrado, até que poderia curtir a produção e tudo mais, mas já tinha certeza de que não seria uma das maiores experiências cinematográficas da minha obesa vida. Adivinha só? Inhé. =D
história prometia: Em 1692, cinco famílias nasceram com poderes especiais e foram obrigadas a formar um pacto de silêncio para que nenhuma delas sofra com a caça às bruxas que rolava naquele período. Uma das famílias, desejando mais poderes, foi detonada e desapareceu por completo, sem deixar descendentes... Ou não.
Das famílias que sobraram, quatro trutas existem nos dias atuais. Eles são chamados de Filhos de Ipswitch. Os gatões (óhhó!) estudam na Spencer Academy, fazem parte da elite e todos possuem O Poder, que pode ser resumido como trancos telecinéticos e magias de bolhas (o_O). Eles vivem suas vidas como qualquer outro adolescente estadunidense, até que aparece um estudante assassinado em uma festa. Será que algum deles foi responsável por isso?
Então. O tal do Pacto, que não é muito bem explicado, funciona da seguinte maneira: "nós temos O Poder, mas não podemos usá-lo, porque ele é viciante. O Poder consome o nosso corpo, e nos envelhece à medida que o usamos. Quanto mais se usa, mais se quer. Quanto mais se usa, menos se vive. Então, não o usemos para que não acabemos nos matando uns aos outros em busca de mais poder".
Lindo, né? Todo mundo amiguinho, tudo muito fofo, até que os caras acabam descobrindo que há algo de errado por ali. Pesadelos, suadeiras e o escambau meio que parecem avisar aos nossos heróis (O_O) que alguma coisa ruim está pra acontecer. Isso coincide com o fato de que o protagonista Caleb (Steven Strait) vai fazer 18 anos, e com isso vai "ascender". Ou seja, vai ganhar ainda mais poderes e pode ficar perigoso.
No meio de toda essa "Malhação + Jovens Bruxas", ainda arrumam tempo pra colocar uma historinha de amor entre o protagonista e a "princesinha humilde que veio de um lugar pobre mas consegue conquistar o coração do galã", saca? Padrão, padrão.
Aliás, esse é o problema do filme, na verdade. Rola uma pipocona básica, você até que se diverte com os efeitos especiais (o carro detonando e voltando ao normal é assaz), as duas moças que aparecem em destaque são FROXO, mas não é nada que te faça tirar essa bunda gorda do sofá num fim de semana e te arrastar pros cinemas. Tem muita cara de filme Temperatura Máxima, sabe? Aqueles que passam antes do ÔLOCO! Faustão? Pois é.
Que a história toda poderia ter sido muito melhor aproveitada, não há dúvidas. A impressão que passa, depois de um começo muito interessante, é que os caras ficaram com uma puta pressa de terminar as filmagens e saíram gravando o que dava, pra colar tudo na sala de edição e entregar no dia seguinte. Algo como "termina logo que o tempo tá acabando, cáspita!". Peninha, poderia ter sido muito mais legal.
Uma coisa que vale a pena citar, aqui, é a trilha sonora do filme. Metal, Rock, Trance, Techno... Deve ser assaz, esse CD. Quem sabe, um dia, chega aqui no Brasil? Maldita mania que eles tem de não trazer as trilhas pra cá... =/
Então, amiguinhos, Judão RECOMENDA! que vocês assistam esse filme na TV, quando ele passar. É divertidinho, legalzinho e interessantinho. Mas é inho demais pra merecer mais atenção que isso. =D
http://judao.com.br/8/texticulo.php?action=ler&id=5505
___________
Pois é, mais um filme pra eu não ver =D
por Guto
Olha, eu nem esperava muita coisa de O Pacto, não. De acordo com o que o trailer tinha mostrado, até que poderia curtir a produção e tudo mais, mas já tinha certeza de que não seria uma das maiores experiências cinematográficas da minha obesa vida. Adivinha só? Inhé. =D
história prometia: Em 1692, cinco famílias nasceram com poderes especiais e foram obrigadas a formar um pacto de silêncio para que nenhuma delas sofra com a caça às bruxas que rolava naquele período. Uma das famílias, desejando mais poderes, foi detonada e desapareceu por completo, sem deixar descendentes... Ou não.
Das famílias que sobraram, quatro trutas existem nos dias atuais. Eles são chamados de Filhos de Ipswitch. Os gatões (óhhó!) estudam na Spencer Academy, fazem parte da elite e todos possuem O Poder, que pode ser resumido como trancos telecinéticos e magias de bolhas (o_O). Eles vivem suas vidas como qualquer outro adolescente estadunidense, até que aparece um estudante assassinado em uma festa. Será que algum deles foi responsável por isso?
Então. O tal do Pacto, que não é muito bem explicado, funciona da seguinte maneira: "nós temos O Poder, mas não podemos usá-lo, porque ele é viciante. O Poder consome o nosso corpo, e nos envelhece à medida que o usamos. Quanto mais se usa, mais se quer. Quanto mais se usa, menos se vive. Então, não o usemos para que não acabemos nos matando uns aos outros em busca de mais poder".
Lindo, né? Todo mundo amiguinho, tudo muito fofo, até que os caras acabam descobrindo que há algo de errado por ali. Pesadelos, suadeiras e o escambau meio que parecem avisar aos nossos heróis (O_O) que alguma coisa ruim está pra acontecer. Isso coincide com o fato de que o protagonista Caleb (Steven Strait) vai fazer 18 anos, e com isso vai "ascender". Ou seja, vai ganhar ainda mais poderes e pode ficar perigoso.
No meio de toda essa "Malhação + Jovens Bruxas", ainda arrumam tempo pra colocar uma historinha de amor entre o protagonista e a "princesinha humilde que veio de um lugar pobre mas consegue conquistar o coração do galã", saca? Padrão, padrão.
Aliás, esse é o problema do filme, na verdade. Rola uma pipocona básica, você até que se diverte com os efeitos especiais (o carro detonando e voltando ao normal é assaz), as duas moças que aparecem em destaque são FROXO, mas não é nada que te faça tirar essa bunda gorda do sofá num fim de semana e te arrastar pros cinemas. Tem muita cara de filme Temperatura Máxima, sabe? Aqueles que passam antes do ÔLOCO! Faustão? Pois é.
Que a história toda poderia ter sido muito melhor aproveitada, não há dúvidas. A impressão que passa, depois de um começo muito interessante, é que os caras ficaram com uma puta pressa de terminar as filmagens e saíram gravando o que dava, pra colar tudo na sala de edição e entregar no dia seguinte. Algo como "termina logo que o tempo tá acabando, cáspita!". Peninha, poderia ter sido muito mais legal.
Uma coisa que vale a pena citar, aqui, é a trilha sonora do filme. Metal, Rock, Trance, Techno... Deve ser assaz, esse CD. Quem sabe, um dia, chega aqui no Brasil? Maldita mania que eles tem de não trazer as trilhas pra cá... =/
Então, amiguinhos, Judão RECOMENDA! que vocês assistam esse filme na TV, quando ele passar. É divertidinho, legalzinho e interessantinho. Mas é inho demais pra merecer mais atenção que isso. =D
http://judao.com.br/8/texticulo.php?action=ler&id=5505
___________
Pois é, mais um filme pra eu não ver =D