Dura Lex, Sed Lex
23/11/2006, 16:46:52
Um filme um tanto confuso.
por Tayra
Se você espera sentar na poltrona do cinema para ter uma leve diversão e não quer queimar a cachola nem um pouquinho, passe longe, muito longe de Fonte da Vida. O filme é pra lá de confuso e beeeeeeem diferente daquilo que as sinopses andaram divulgando por aí, tanto que uma amiga minha e o próprio Borbs foram ver crentes que era uma coisa e no fim era outra completamente diferente.
O filme, basicamente, mostra três histórias diferentes, que vão sendo contadas em paralelo, todas protagonizadas por Hugh Jackman e Rachel Weisz. Uma se passa no passado, e ocorreu na Espanha do século XVI, quando o conquistador Tomas Crep chegou ao Novo Mundo procurando pela Árvore da Vida. Ele iniciou sua busca por causa de sua obsessão romântica, a rainha Isabel. Ela acreditava que a chave da imortalidade daria à Espanha mais poder contra seus numerosos inimigos. Nos tempos atuais, Tommy é um cientista que pesquisa obsessivamente a cura do câncer, pois sua mulher, Izzi, a quem ama profundamente, está morrendo em decorrência da doença. Na terceira história, Tom é um astronauta do século XXVI, um homem preocupado com suas encarnações passadas.
Tendo isso em mente, posso ressaltar que o casal principal está primoroso, e nota-se a diferença de um personagem para o outro nitidamente. No caso de Rachel Weisz, cada personagem que ela interpreta tem uma personalidade bem distinta da outra, enquanto no caso de Hugh Jackman, a mudança física de um personagem pro outro é brutal, talvez até pra facilitar para os espectadores, uma vez que a personalidade obcecada dos personagens é a mesma -- funciona como se uma fosse encarnação da outra e ele persista sempre nessa mesma busca incansável pelos seus objetivos.
O filme é uma ficção clássica, muita coisa apela pro místico e fantasioso, mas é um filme plasticamente bonito. E tem uma trilha sonora agradável.
Eu gostei do filme, apesar de sair meio abilolada do cinema, me perguntando "o que foi aquilo?!". Por isso, Judão RECOMENDA!, mas só um pouquinho. Porque se você for muito empolgado, como foi o caso do Borbs, corre o risco de se desapontar. Agora, se você é daqueles que adora um filme cult, manda bala, que você vai curtir.
http://judao.com.br/8/texticulo.php?action=ler&id=5506
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Pois é, mais um filme pra eu ver =D
por Tayra
Se você espera sentar na poltrona do cinema para ter uma leve diversão e não quer queimar a cachola nem um pouquinho, passe longe, muito longe de Fonte da Vida. O filme é pra lá de confuso e beeeeeeem diferente daquilo que as sinopses andaram divulgando por aí, tanto que uma amiga minha e o próprio Borbs foram ver crentes que era uma coisa e no fim era outra completamente diferente.
O filme, basicamente, mostra três histórias diferentes, que vão sendo contadas em paralelo, todas protagonizadas por Hugh Jackman e Rachel Weisz. Uma se passa no passado, e ocorreu na Espanha do século XVI, quando o conquistador Tomas Crep chegou ao Novo Mundo procurando pela Árvore da Vida. Ele iniciou sua busca por causa de sua obsessão romântica, a rainha Isabel. Ela acreditava que a chave da imortalidade daria à Espanha mais poder contra seus numerosos inimigos. Nos tempos atuais, Tommy é um cientista que pesquisa obsessivamente a cura do câncer, pois sua mulher, Izzi, a quem ama profundamente, está morrendo em decorrência da doença. Na terceira história, Tom é um astronauta do século XXVI, um homem preocupado com suas encarnações passadas.
Tendo isso em mente, posso ressaltar que o casal principal está primoroso, e nota-se a diferença de um personagem para o outro nitidamente. No caso de Rachel Weisz, cada personagem que ela interpreta tem uma personalidade bem distinta da outra, enquanto no caso de Hugh Jackman, a mudança física de um personagem pro outro é brutal, talvez até pra facilitar para os espectadores, uma vez que a personalidade obcecada dos personagens é a mesma -- funciona como se uma fosse encarnação da outra e ele persista sempre nessa mesma busca incansável pelos seus objetivos.
O filme é uma ficção clássica, muita coisa apela pro místico e fantasioso, mas é um filme plasticamente bonito. E tem uma trilha sonora agradável.
Eu gostei do filme, apesar de sair meio abilolada do cinema, me perguntando "o que foi aquilo?!". Por isso, Judão RECOMENDA!, mas só um pouquinho. Porque se você for muito empolgado, como foi o caso do Borbs, corre o risco de se desapontar. Agora, se você é daqueles que adora um filme cult, manda bala, que você vai curtir.
http://judao.com.br/8/texticulo.php?action=ler&id=5506
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Pois é, mais um filme pra eu ver =D