Dura Lex, Sed Lex
28/07/2006, 16:39:47
Madri, 27 jul (EFE).- Os níveis de ozônio na estratosfera foram recuperados nos dois últimos anos, possivelmente pelo controle das mudanças climáticas, mas "não há indícios claros de que o buraco sobre a Antártica esteja fechando", segundo estudo do Instituto Nacional de Técnica Aeroespacial (Inta) da Espanha.
O chefe de Pesquisa e Instrumentação Atmosférica do Inta, Manuel Gil, afirmou hoje em Madri que o Protocolo de Montreal e as medidas internacionais adotadas para enfrentar o problema da camada de ozônio na atmosfera "parecem estar funcionando".
Gil dirigiu um estudo realizado nas Ilhas Canárias em uma colaboração entre o Inta e o Observatório Atmosférico de Izaña do Instituto Nacional de Meteorologia (INM) para analisar o impacto do pó do deserto do Saara nas medições da camada de ozônio e saber com exatidão os danos causados pela poluição industrial.
Os níveis de ozônio aumentaram e a tendência observada nos dois últimos anos é de que "comece a haver mais ozônio na estratosfera", disse Gil. Segundo o especialista, esse processo coincidiu com o "freio nas emissões de outros gases". Apesar disso, ainda não há indícios de que "o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica esteja sendo fechado", explicou Gil.
"A situação nos pólos é mais difícil e, por isso, vai demorar mais em atingir uma recuperação" dos níveis de ozônio, acrescentou.
Atualmente, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) está elaborando um documento de edição quadrienal sobre o estado da camada de ozônio, com dados quantitativos sobre sua evolução.
Acho que sabíamos que isso ia acontecer..
http://br.news.yahoo.com/060727/40/178be.html
O chefe de Pesquisa e Instrumentação Atmosférica do Inta, Manuel Gil, afirmou hoje em Madri que o Protocolo de Montreal e as medidas internacionais adotadas para enfrentar o problema da camada de ozônio na atmosfera "parecem estar funcionando".
Gil dirigiu um estudo realizado nas Ilhas Canárias em uma colaboração entre o Inta e o Observatório Atmosférico de Izaña do Instituto Nacional de Meteorologia (INM) para analisar o impacto do pó do deserto do Saara nas medições da camada de ozônio e saber com exatidão os danos causados pela poluição industrial.
Os níveis de ozônio aumentaram e a tendência observada nos dois últimos anos é de que "comece a haver mais ozônio na estratosfera", disse Gil. Segundo o especialista, esse processo coincidiu com o "freio nas emissões de outros gases". Apesar disso, ainda não há indícios de que "o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica esteja sendo fechado", explicou Gil.
"A situação nos pólos é mais difícil e, por isso, vai demorar mais em atingir uma recuperação" dos níveis de ozônio, acrescentou.
Atualmente, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) está elaborando um documento de edição quadrienal sobre o estado da camada de ozônio, com dados quantitativos sobre sua evolução.
Acho que sabíamos que isso ia acontecer..
http://br.news.yahoo.com/060727/40/178be.html